“Por que não ‘congelar’ sua imagem de forma nobre? Por que não representar através da aparência exterior – que é, na verdade, a matéria-prima para o registro fotográfico – a personagem que ele nunca havia sido e jamais seria? Não seria esta uma fantástica possibilidade de auto-ilusão para sua apreciação posterior? Não seria esta uma saída digna para a imortalidade, isto é, quando seu retrato fosse apreciado no futuro pelos descendentes e desconhecidos?”
(Boris Kossoy,1989:74).